Criança!
É assim que toda pessoa que assume um compromisso com você deve ser vista, como uma criança. Apesar de hoje ser feriado, me comprometi a levar um cliente a um imóvel. Combinamos as 10:00hs no escritório. Como de habito, cheguei 15 minutos adiantados. Meia hora depois, ou seja, as 10:15 liguei para o cliente para saber o motivo da demora. Só no atendimento ao telefone eu já tinha a resposta, ainda estava na cama. Conclusão, até a chegada ao imóvel, já havia se passado quase uma hora. O proprietário desistiu de esperar, e eu perdi minha manhã de feriado com a minha família. Se eu tivesse visto esse cliente como criança, antes de sair de casa, por volta das 09:30hs, teria ligado para ele e dito - Olha, não se esqueça do nosso compromissos para as 10:00hs? Mas achei que estava tratando com "adulto" e que dispensaria esses cuidados excessivos. Se você que evitar dor de cabeça, esse comportamento deve ser aplicado em diversas situações, especialmente com prestador de serviços, que na hora da contratação é todo sorriso, mas na hora de cumprir prazos ou entregar o serviço com a qualidade prometia... Você já sabe o final.
Escrito por José Novais às 11h30
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
APARTAMENTO A VENDA NO CAMPO GRANDE

APARTAMENTO NO CAMPO GRANDE R$ 170.000,00 COM 2 DORMITÓRIOS.SEGURANÇA E MUITAS OPÇÕES DE LAZER, ENTRE ELAS: QUADRAS POLIESPORTIVA, PLAYGROUND, SALÃO DE FESTAS, CHURRASQUEIRA. PERTO DE TUDO QUE VOCÊ PRECISA. COD. REF. 8005
Categoria: Apartamentos
Escrito por José Novais às 09h37
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
Imobiliária paga o divórcio de quem compra imóvel
Compre uma casa e ganhe o pagamento do divórcio. Esta é a promoção da imobiliária Gemsa, localizada em Huelva, no sul da Espanha, para atrair mais clientes e movimentar o estagnado mercado imobiliário do país. O objetivo da empresa é atrair os recém-divorciados (ou quem está pensando em se separar) para que comprem uma casa e, em troca, a imobiliária paga os custos do divórcio. “Registrou-se uma queda no número de divórcios desde o começo da crise”, disse Vanesa Contioso, gerente da imobiliária, ao jornal 20 Minutos. Ela explica que divorciar-se custa muito dinheiro e, em época de dinheiro escasso, a separação fica em segundo plano. “Queremos oferecer uma opção a esses casais.” Conforme a oferta anunciada, por 68.000 euros (cerca de R$ 195.000) uma pessoa compra um apartamento de três quartos e tem os trâmites do divórcio quitados. Uma advogada da imobiliária, dedicada a esta promoção do divórcio, se encarregará do processo relacionado à separação dos clientes. Não é a primeira vez que essa imobiliária anuncia uma promoção diferenciada. Algumas semanas atrás, a Gemsa ofereceu aos casais um apartamento e os preparativos para o casamento pagos por 100.500 euros (cerca de R$ 289.000), o que atraiu 60 casais. Fonte PEGN
Escrito por José Novais às 20h58
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
Demanda por imóvel industrial dispara no País
O aquecimento do varejo e os planos de expansão da indústria estão movimentando o mercado de imóveis industriais e de galpões logísticos. De acordo com um levantamento feito pela CB Richard Ellis, nos próximos dez anos chegarão ao mercado 2,8 milhões metros quadrados em novos projetos de galpões logísticos no Estado de São Paulo. Um outro levantamento, feito pela Herzog, estima que este ano a perspectiva é de que 554 mil m² de novos empreendimentos sejam construídos em um raio de até 100 quilômetros da capital paulista, o que representaria um crescimento de 27% do estoque avaliado pela empresa. “O segmento industrial e o de logística estão fortes.
O Brasil está recebendo muitas consultas de empresas de equipamentos e tecnologia que devem instalar sua primeira ou segunda planta no País. Várias indústrias estão comprando terrenos para a instalação de novas plantas ou estão estruturando processos de build to suit (construção sob encomenda). É bem claro que são investimentos de longo prazo”, explica Marcos Montadon, diretor comercial da CB Richard Ellis. Segundo o levantamento, o estoque atual é de 3,7 milhões m² e a taxa de vacância está em 7%, considerada baixa.
Para Simone Santos, diretora de Serviços Corporativos da Herzog, a perspectiva decorre do resultado de estudo realizado pela empresa com investidores cadastrados em seu banco de dados. “Há uma previsão de crescimento de 50% de negócios realizados pela Herzog em 2010, em relação a 2009. Esperamos ultrapassar a barreira dos R$ 100 milhões”, afirma a diretora.
Em construção
De olho no interesse de investidores neste mercado e na demanda local de distribuição da região de Ribeirão Preto, as empresas Halna Empreendimentos, Jbens e EWP anunciaram na semana passada o investimento de R$ 85 milhões para a construção de um condomínio logístico no município. Elas estão criando um fundo de investimento imobiliário com um parceiro financeiro para captar novos investidores no projeto. “A expectativa de retorno da locação é de 12% ao ano. Estamos negociando com três interessados”, afirma Arnaldo Halpern, diretor e fundador da Halna, incorporadora que tem 29 anos de atuação e faturou R$ 20 milhões em 2009.
O terreno fica no km 317,5 da Via Anhanguera, próximo ao aeroporto Leite Lopes, numa área de quase 200 mil m². O imóvel poderá comportar até 20 empresas, em uma área total construída da ordem de 67 mil m². “Iniciamos a comercialização em abril e já temos dois clientes potenciais em negociação, que ocuparão um terço do empreendimento”, diz.
O empresário está negociando um terreno para um segundo projeto, próximo do aeroporto de Viracopos, em Campinas.
Outra que volta a apostar no segmento de galpões é a Racional Engenharia, com a construção de um centro logístico no encontro do Rodoanel com a Rodovia Raposo Tavares, em São Paulo. Dona do terreno de 180 mil m² há mais de 20 anos, a empresa investirá R$ 250 milhões na construção do projeto, que terá uma área de 105,3 mil m². “É uma oportunidade imperdível. Estamos fazendo um projeto superdetalhado, com a mais alta tecnologia. Acho que é um modelo a ser replicado. Como o varejo está bombando, a eficiência em termos de cadeia logística é necessária mas não existe. Também é uma área em que há possibilidade de crescimento infinita porque não temos estrutura de centros de distribuição como nos Estados Unidos e no México”, pontua Érika Matsumoto, gerente executiva da Racional Engenharia.
Metade do empreendimento será entregue até agosto, e a Racional está prospectanto locatários. O investimento no projeto, desta vez, será com capital próprio. Em 2007, a empresa fechou uma joint venture com a Prudential Real Estate Investors cuja previsão de investimento era de cerca de US$ 1 bilhão e que foi desfeita, com a retirada dos aportes pela gestora de fundos norte-americana por causa da crise internacional que eclodiu no final de 2008. “Temos recebido consultas de investidores, mas agora estamos focando em engenharia e construção, e, se houver demandas pontuais para participar de fundos imobiliários, as analisaremos caso a caso”, diz.
Indústria
A Racional também está sentindo a retomada do setor industrial este ano. “O número de projetos em estudo está dez vezes maior que em 2009″, afirma a gerente. Este ano a empresa prevê uma receita equivalente a R$ 850 milhões, montante 53% maior que o resultado de 2009. No período da crise, a empresa ampliou sua atuação nos segmentos de shopping centers, varejo e saúde, que continuam aquecidos este ano.
A retomada dos investimentos da indústria também está gerando projetos para a Matec Engenharia, que este ano prevê atingir R$ 400 milhões em volume total de contratos, e estima obter de 40% a 50% do volume de negócios de engenharia junto ao segmento industrial. No primeiro semestre de 2009, o volume de projetos em orçamento na divisão cresceu 40 mil m², para 68 mil m². A maior demanda, no entanto, veio da área de construção sob encomenda: os orçamentos na área industrial cresceram de 46 mil m² para 78 mil m². A área representou 35% do negócio da empresa no ano passado, quando o volume de contratos alcançou R$ 170 milhões. “São obras que já consideramos na reta final das análises”, afirma Verena Arantes Balas, superintendente de Desenvolvimento de Projetos e Produtos da Matec.
A empresa está desenvolvendo três plantas em Cabreúva (SP), que serão locadas para a Siemens. O investimento é da Matec, que buscou financiamento do Banco do Brasil que será rentabilizado com a locação do imóvel. Também foi contratada pela Votorantim Metais para a construção de uma planta em Alumínio (SP). Neste caso, só fará a construção. A empresa também está construindo um centro de distribuição para a Bomi.
A empresa não pensa em atuar no segmento de condomínios logísticos. “Não é nosso foco, achamos que este mercado está saturado”, ressalta.
O crescimento do varejo e os planos de expansão da indústria têm feito com que empresas que atuam no mercado de imóveis industriais e galpões logísticos projetem crescimento acima de 50% para este ano. De acordo com um levantamento da CB Richard Ellis, nos próximos dez anos chegarão ao mercado 2,8 milhões de metros quadrados (m²) de novos projetos de galpões logísticos no Estado de São Paulo. Outro levantamento, feito pela Herzog, estima que neste ano 554 mil m² de novos empreendimentos sejam construídos em um raio de até 100 quilômetros da capital paulista, o que representaria um crescimento de 27% do estoque avaliado pela empresa.
“O segmento industrial e de logística estão fortes. O Brasil está recebendo muitas consultas de empresas de equipamentos e tecnologia que devem instalar sua primeira ou segunda planta no País. Várias indústrias estão comprando terrenos para a instalação de novas plantas ou estão estruturando processos de build to suit [construção sob encomenda]. É bem claro que são investimentos de longo prazo”, explica Marcos Montadon, diretor comercial da CB Richard Ellis. Simone Santos, diretora de Serviços Corporativos da Herzog, comemora o momento. “Há uma previsão de crescimento de 50% de negócios realizados pela Herzog em 2010, em relação a 2009. Esperamos passar a barreira dos R$ 100 milhões”, afirma a diretora.
A Racional também sente a retomada do setor industrial este ano. “O número de projetos em estudo está dez vezes maior que o de 2009″, afirma Érika Matsumoto, gerente executiva da Racional Engenharia. Este ano a empresa prevê receita de R$ 850 milhões, montante 53% maior do que o resultado de 2009.
A Matec Engenharia prevê atingir R$ 400 milhões em volume de contratos neste ano e estima obter de 40% a 50% do volume de negócios de engenharia junto ao segmento industrial. Apenas na área de construções sob encomenda, os orçamentos do setor industrial cresceram de 46 mil m² para 78 mil m². “São obras que já consideramos na reta final das análises”, afirma Verena Arantes Balas, superintendente de Desenvolvimento de Projetos e Produtos da Matec.
Fonte: DCI
Escrito por José Novais às 14h29
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
Uma bagatela!!! R$ 17.600,00 é o preço do M² de um terreno negociado em SP por R$ 600 milhões.
Ontem, a Brookfield vendeu sua participação em um dos endereços comerciais mais nobres de São Paulo, um terreno de 19 mil m2 na avenida Faria Lima (zona Sul), que já pertenceu ao especulador Naji Nahas na década de 80. A empresa desfez-se de 49% do negócio por R$ 600 milhões, transferidos ao grupo VictorMalzoni, que já era dono de 21%. A venda equivale a 34 mil m2 ou R$ 17,6 mil o metro quadrado – valor pago cerca de um ano antes da conclusão do edifício.
Foi a primeira transação de um edifício inteiro na região da Faria Lima – onde não há mais terrenos disponíveis, nem permissão da prefeitura para que novos prédios possam ser erguidos – depois de mais de cinco anos. O empreendimento, que terá quase 70 mil m2.
de área construída e abrigará três torres comerciais, deve ficar pronto em outubro de 2011. O Grupo Malzoni, tradicional dono de shoppings centers em São Paulo, passa a deter 70% do empreendimento – os 30% restantes, ou 26 mil m2, foram permutados com o dono do terreno, o empresário sírio Wafic Said, ligado à família real saudita.
“Foi a melhor proposta que recebemos”, afirma Nicholas Reade, presidente da Brookfield. O Malzoni, segundo Reade, não tinha direito de preferência. “Nosso negócio é construir e vender e não ficar com ativos em carteira para alugar”, diz, sobre a venda. Os dois grupos já haviam feito outra grande transação. No fim de 2007, os Malzoni venderam o grupo Plaza – shoppings Higienópolis, Paulista, Plaza Sul e West Plaza – por R$ 1,5 bilhão para a divisão de shoppings do Brascan, agora Brookfield.
Segundo o Valor apurou, na a Brookfield canadense, controladora da Brookfield do Brasil, também estava na disputa na reta final. A Previ também colocou preço. O negócio foi analisado por vários players do mercado, como empresas de gestão de propriedades. O Itaú foi outro interessado que analisou a compra, mas não entrou na etapa final. Agora, o banco está negociando com a Tishman Speyer a construção de um prédio no modelo “build to suit” para o ItauBBA no terreno vizinho à operação que o banco possui do outro lado da avenida Faria Lima.
Não há mais oferta de novos espaços na avenida Faria Lima – além desse e do Tishman. A situação se agravou depois que acabou o potencial construtivo da região. Pela lei de zoneamento, não se pode construir mais um único metro quadrado, além do que já foi aprovado. Qualquer mudança a partir de agora deve levar um tempo considerável para se concretizar.
O potencial construtivo dessas regiões – que fazem parte das chamadas operações urbanas, que envolvem a cuja autorização para construção é diferenciada e obtida por títulos (Cepac’s) obtidos em leilões – só será alterado se houver um novo projeto de lei ou se a cidade tiver um novo plano diretor. O último leilão de Cepac da Faria Lima aconteceu na semana passada e o título foi vendido por R$ 4 mil, quase o dobro do preço do último leilão. Muita gente ficou de fora, mas empresas como Tishman, Birmann, Cyrela, Gafisa e Rossi compraram títulos para vincular aos projetos. Com a proibição dos comerciais, os residenciais viraram a bola da vez na região.
“Esse terreno é um grande referencial de preço para a cidade inteira, dificilmente sairá negócio acima disso”, afirma Walter Cardoso, presidente da Richard Ellis, empresa contratada no final do ano passado para fazer a transação. “A região não mostra valor há muito tempo”, diz.
Há uma lista de inquilinos interessados em ocupar espaços no novo prédio, entre eles o BTG Pactual e o Goldman Sachs. O preço de aluguel do metro quadrado dos empreendimentos novos deve ficar na casa de R$ 140. “Abaixo disso, a conta não fecha”, afirma uma fonte do setor.
A Brascan Company (agora juntas na Brookfield) e Malzoni pagaram R$ 250 milhões por 70% do terreno. Na época, foi disputado por cerca de 15 empresas e fundos de investimento brasileiros e internacionais. Najas adquiriu o terreno em 1980 e, depois de quebrar, levantou um grupo de investidores para adquirir o crédito do banco europeu que conseguiu o terreno em um processo de execução de dívida.
Fonte: Valor Econômico
Escrito por José Novais às 15h39
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
Na sua opinião, o que vende mais: Casa ou Apartamento? Veja o que uma recente pesquisa diz:
Sete em cada dez imóveis usados vendidos na cidade de São Paulo são apartamentos. Os compradores de casas correspondem a apenas 30,84% dos 347 imóveis comercializados na capital paulista em abril, segundo pesquisa divulgada pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) nesta terça-feira (8). Os imóveis mais vendidos no quarto mês do ano, segundo a pesquisa, foram que custam mais de R$200 mil, com 50,14% do total. Para o presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto, o valor médio das vendas apresentado na última pesquisa reflete “como melhorou o poder aquisitivo das pessoas”. - De 2004 a 2007, essa média [no valor do imóvel usado vendido] era R$ 100 mil. Hoje, vemos maior disponibilidade de recursos para financiamento e imóveis maiores [à venda]. Vale ressaltar que não é inflação do mercado [esse aumento do valor], é o preço real do imóvel. O preço médio do metro quadrado subiu 4,61% em abril em relação a março. Entretanto, os imóveis de padrão médio de oito a 15 anos de construção em bairros como Aclimação, Brooklin, Pinheiros, Pompéia, Sumaré e Vila Olímpia ficaram até 97,34% mais caros - o valor do metro quadrado passou de R$ 1.912,93 em março para R$ 3.775 em abril. De acordo com Viana Neto, a valorização dos imóveis nestes bairros “é um fenômeno de flutuação de preços do próprio mercado”. - É sazonal [a variação de preços tão acentuada] e depende dos negócios fechados em uma determinada região. Na próxima pesquisa, a gente deve verificar aumentos expressivos em outras áreas da cidade, enquanto que, nesses bairros, o valor do metro quadrado deverá se manter. O Creci-SP alerta que o setor deve se precaver "porque, se a valorização ficar, torna o no mercado excludente”. - Quem comprou um apartamento no ano passado por R$ 250 mil e agora ouviu falar que o imóvel vale R$ 400 mil não pode ver com isso otimismo. Isso é especulação. É um azar do proprietário e de todo mundo. Se a pessoa pagou R$ 250 mil [no ano passado] e só está valendo R$ 250 mil agora, daí é bom e reflete o valor real do imóvel. Por outro lado, o metro quadrado de apartamentos de padrão médio, construídos há mais de 15 anos, ficou 38,28% mais em conta em bairros como Higienópolis, Itaim Bibi, Ibirapuera, Moema e Perdizes. Nesses locais, o preço médio diminuiu de R$ 3.286,71 em março para R$ 2.028,47 em abril. Fonte: R7
Escrito por José Novais às 14h37
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
Compra de imóvel na planta pode se tornar uma grande dor de cabeça.
Conheça as principais armadilhas e como sair delas. Para muita gente que procura uma casa própria sem pressa, adquirir um imóvel na planta parece uma boa alternativa, por, normalmente, exigir apenas uma entrada pequena e dar um longo prazo para o pagamento financiado das outras parcelas. Mas, antes de comprar, é fundamental tomar alguns cuidados, para evitar fazer um mau negócio. De acordo com o especialista em direito habitacional e conferencista do Creci – Conselho Regional de Corretores de Imóveis – Tiago Antolini, há hoje, em São Paulo, cerca de 20 mil compradores sem saber se receberão o imóvel pelo qual pagaram. "Historicamente, sempre houve atrasos além da conta, entregas nunca realizadas, falências de construtoras etc. Mas, conversando com profissionais da área, por conta de minhas palestras em todo o estado de São Paulo, pelo CRECI e SCIESP (Sindicato dos Corretores de Imóveis no Estado de São Paulo), venho percebendo uma frequência muito maior desde abril deste ano".
Antolini lembra que muitos empresários iniciam um empreendimento habitacional como "aventureiros", e, quando não conseguem êxito, repassam o prejuízo para os compradores. "Quem descobre a verdade tardiamente, enfrenta várias dificuldades para ingressar na Justiça, espera anos pela decisão favorável e sempre toma algum prejuízo - maior ou menor", afirma o advogado.
Para os futuros compradores evitarem complicações, Tiago Antolini elenca alguns cuidados que devem ser tomados antes de fechar negócio:
1 – Pesquisar o histórico da empresa no mercado, começando por uma simples busca na internet. Empresas que já prejudicaram compradores sempre aparecem, normalmente, mencionadas pelos lesados.
2 – Se a pesquisa online não acusar nada, a empresa pode estar limpa, ou ser muito nova. Aí é hora de pesquisar nos arquivos virtuais do Procon e do Judiciário. Em ambas as pesquisas, é importante ter a razão social correta da empresa, e não apenas o nome fantasia. Vale lembrar que os procons são órgãos estaduais e, portanto, cada um tem seu próprio site. No de São Paulo, as listas das empresas reclamadas desde 2005 podem ser acessadas no linkhttp://www.procon.sp.gov.br/reclamacoes.asp.
3 – É indispensável pedir à empresa uma lista de referências, com compradores dos últimos cinco anos, inclusive recentes, e comunicar-se com pelo menos dois de cada ano, perguntando sobre o seu grau de satisfação. Outra boa fonte de consulta é a própria Caixa Econômica Federal. 4 – A última parte da pesquisa é pedir à empresa documentos que comprovem a situação legal do terreno junto à prefeitura e que o projeto do imóvel está devidamente aprovado. Se a empresa passar bem por todos esses filtros, é hora de verificar o teor do contrato: 1 - Ler atenta e pacientemente o contrato, marcando os pontos duvidosos.Não é tarefa fácil, já que, por ser algo muito específico, até advogados têm dificuldades na interpretação. 2 - Perguntar ao vendedor acerca de todos os pontos do contrato sobre os quais tenha dúvidas. Insistir até que a explicação seja convincente.
3 – Tudo o que for afiançado verbalmente pelo vendedor deve estar escrito no contrato, inclusive as despesas, taxas e outros pagamentos à parte. 4 – Quanto às cláusulas sobre atrasos na entrega: - Deve haver prazo claro para a entrega do imóvel. Nunca aceite tolerâncias de atraso maiores que 6 meses; - Deve haver cláusula permitindo que o comprador interrompa o pagamento no caso de atrasos no cronograma físico-finaceiro (que determina pagamentos gradativos conforme a obra se desenvolve) ou quando perceber que o prazo não será cumprido; - Deve haver cláusula impondo à construtora multa proporcional ao atraso de entrega; - Deve haver cláusula permitindo que o comprador desista do negócio por abusos quanto a atraso de entrega; - Deve estar muito clara a cláusula que dispõe sobre a devolução do dinheiro pela construtora em caso de desistência do comprador causada por atrasos de entrega. Outros cuidados são: ter de forma clara as dimensões do imóvel, conhecimento sobre o layout, a localização (o andar, no caso de prédios), o número de vagas de garagem, o tipo de acabamento com o qual o imóvel será entregue e outros detalhes do que se está comprando. Planejamento do comprador O advogado Tiago Antolini chama a atenção dos futuros compradores que pretendem utilizar o FGTS para pagar o imóvel. Segundo ele, aplicar o dinheiro do fundo de garantia é uma boa opção, mas o conselho é não utilizá-lo como entrada ou sinal, e guardá-lo para a concretização do financiamento. Outro conselho de Antolini é não comprometer mais de 20% da renda no pagamento do financiamento e da taxa de condomínio, pois correções acima do normal podem comprometer o orçamento. Fonte: administradores.com.br
Escrito por José Novais às 14h10
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
Café da manhã no hotel Caesar Park com a Direcional Eng
Pessoal acabamos de retornar do evento, que considerei bastante proveitoso. O evento foi criado com o objetivo de apresentar a empresa aos profissionais do mercado de São Paulo. Apesar de ser uma das grandes construtoras a nível Brasil, está chegando na Capital somente agora, questionado do porque da demora, "estávamos armazenando oxigênio para competir no mercado mais concorrido do Brasil" respondeu seu representante. Apesar de já ter participado de projetos voltados para a classe "AA", o foco da Direcional Engenharia é atender as classes "C" e "D" com imóveis de até R$ 130.000,00 que se enquadram no programa Minha Casa, Minha Vida do governo federal A palavra de ordem do evento foi: "Queremos terrenos." Prometeram muita rapidez e flexibilidade na hora de negociar com os Proprietários, passando muita segurança e tranqüilidade aos corretores ali presente. De certa forma já havia-mos percebido que estes se propõe a realizar um trabalho diferente ao praticado pelas construtoras e incorporadoras tradicionais do setor na Cidade, através da parceira com a City Casa, temos a presença freqüente de seus representantes em nosso escritório e estão sempre a disposição para visitar e analisar a viabilidade das novas opções de terrenos ofertadas. Por tanto, sigo a corrente: Queremos terrenos!!!!
Escrito por José Novais às 12h11
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
Mercado de trabalho aquecido para corretores de imóveis
No rastro do aquecimento do mercado imobiliário no Brasil, a profissão de corretor de imóveis vem crescendo a cada dia. Somente no ano passado, 20 mil novos corretores no país ingressaram na profissão. Ao todo, já são 250 mil. O número é 11,5% maior do que o registrado em 2008 pelo Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci).
— Com a expansão do mercado imobiliário, a corretagem de imóveis representa um ganho de capital rápido. Por isso, muita gente está migrando para a profissão. Mais de 75% dos corretores do Rio têm nível superior. O público feminino também tem procurado mais a atividade. Hoje 30% dos corretores são mulheres — disse o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Rio (Creci-RJ), Edécio Cordeiro.
A remuneração do corretor varia de acordo com cada negócio. Em geral, a comissão padrão no Rio é de 5% sobre o valor de venda do imóvel e está embutida no preço cobrado ao comprador. O Rio é o segundo estado brasileiro com o maior número de corretores, perdendo apenas para São Paulo. São 32.327 corretores (número do primeiro trimestre de 2010). Em 2007, o Creci-RJ registrava 26.382 profissionais. Ou seja, um aumento de 22,5% em três anos.
O advogado Flávio Monteiro, de 34 anos, entrou no ramo há um mês. Ele trabalhava num escritório de Direito e resolveu se aventurar:
— Profissionalmente, minha carreira me atendia. Mas financeiramente, não. Por enquanto estou conciliando as duas profissões, mas a ideia é que em pouquíssimo tempo eu me mantenha somente com a corretagem. Numa única venda posso ganhar R$ 20 mil, fazendo algo que gosto — disse Flávio. Fonte: Extra online
Escrito por José Novais às 15h22
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
Aluguel sobe 43,83% em alguns bairros de São Paulo
Resultado é para casas com um dormitório; queda de preços de locação em vários tipos de imóveis compensa alta, e média geral fica em 2,73%.
24/05/10, São Paulo, SP - Na região da capital paulista convencionada como “C” (relação de bairros ao final), em fevereiro o valor do aluguel para casas com um dormitório foi, em média, de R$ R$ 511,79, pulando para R$ 736,13 em março, registrando aumento de 43,83%.
O comportamento do mercado de locação na capital paulista, referente a março e recém-divulgado pelo Sindicato dos Corretores de Imóveis no Estado de São Paulo (Creci/SP), mostra também que a região onde foi registrada a maior alta de aluguel para casas com um dormitório é também aquela onde, para diferentes tipos de imóveis, ocorreu a maior baixa. Ali, o preço médio para locação de apartamentos com três dormitórios teve queda de 30,99%, recuando de R$ 2.076,92 em fevereiro, para R$ 1.433,33 em março.
A preferência - Durante março, a preferência dos paulistanos que fecharam contratos recaiu sobre imóveis com preço mensal de locação entre R$ 801 e um mil reais. Estas faixas de preços somaram 68,38% do total de contratos formalizados ao longo do mês, nas 431 imobiliárias pesquisadas pelo Creci/SP.
Na escolha entre casa e apartamento, em março a preferência ficou com a primeira. O balanço aponta 52,50% de contratos formalizados para a locação de casas; e 47,50% para apartamentos.
Em março, ainda de acordo com a pesquisa do Creci/SP, o número de imóveis alugados superou em 44,76% o resultado do mês anterior. Foram alugados 1.198 imóveis, o que fez o índice de locação evoluir para 2,7796, contra 1,9201 em fevereiro.
Para garantia da locação, locadores e locatários adotaram, preferencialmente, o tradicional fiador, presente em 49,31% do total de contratos. O seguro-fiança ficou em segundo lugar (30,22%), seguido do depósito de três meses do aluguel (20,47%).
Crescem a inadimplência e o número de ações judiciais - A inadimplência foi expressiva no mês de março, alcançando 16,04%. Nas imobiliárias pesquisadas, os contratos em vigor durante março acusaram 4,63% de aluguéis, quando em fevereiro a taxa ficou em 3,99%.
Cresceu 89,74% o número de ações judiciais que deram entrada nos Fóruns da Capital, por questões diversas entre locadores e locatários. Em fevereiro, a apuração apontou 4.608 novas ações, enquanto em março o total chegou a 8.743, das quais 2.174 por falta de pagamento. Neste tipo de ação houve aumento de 40,89% relativamente a fevereiro, quando 1.543 processos foram iniciados.
Bairros da zona convencionada pelo Creci/SP como “C”, para efeito de agrupamento de suas pesquisas - Aeroporto, Água Branca, Bosque da Saúde, Barra Funda, Butantã, Cambuci, Chácara Santo Antônio, Cidade Universitária, Horto Florestal, Ipiranga (Museu), Jabaquara, Jardim Bonfiglioli, Jardim Prudência, Jardim Umuarama, Lapa, Mandaqui, Mirandópolis, Moóca, Santa Cecília, Santana, Santo Amaro, Saúde, Tucuruvi, Vila Alexandria, Vila Indiana, Vila Leopoldina, Vila Mascote, Vila Mazzei, Vila Romana, Vila Sofia e Tatuapé.
Fonte: Imovelweb
Escrito por José Novais às 10h17
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
Feirão SP movimenta R$ 1,59 bilhão.
 São Paulo, SP - Em três dias (21 a 24, maio, 2009), a edição paulistana do Feirão Casa Própria, da Caixa Econômica Federal (Cef), recebeu para além de 121 mil visitantes e movimentou R$ 1,59 bilhão, entre negócios consolidados e a consolidar no curto prazo. O preço médio dos imóveis negociados ficou na faixa de R$ 87 mil.
Durante o Feirão Cef SP, que aconteceu no Centro de Exposições Imigrantes, zona Sul da capital, o acesso ao Imovelweb, disponibilizado no estande do portal, facilitou aos visitantes consultarem, com agilidade, os detalhamentos dos produtos ofertados. Permanece no site da Cef (www.feiraohabitacaocaixa.com.br) o link para o Imovelweb, oferecendo os serviços eletrônicos disponibilizados durante o evento, que são permanentes no portal.Veja reportagem na íntegra Eu estive lá!, Atuei no setor de venda dos imóveis Caixa. Foi uma experiência muito gratificante, mas também economicamente viável em função dos negócios que fechei.
Escrito por José Novais às 15h37
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
Lazer à beira da represa
Guarapiranga, no sul da cidade, não é apenas ponto de encontro de paulistanos velejadores ou que praticam esportes radicais como wakeboard. Nos clubes e escolas instalados em toda a sua costa, é possível fazer um passeio de barco por 7 reais, alugar uma lancha por 50 reais ou aprender windsurf por 415 reais. Diversão ainda que na água doce é o que não falta por al ... veja reportagem na integra 
fonte: Revista Veja São Paulo de 14/01/2009
Escrito por O Corretor às 00h07
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
Curiosidades Parte 1
P: Como proceder na comercialização de um imóvel tendo como proprietários; uma viúva meeira e dois filhos, sendo um maior de 18 e o outro com 14 anos de idade? R: O filho menor é o único impedimento, que pode ser resolvido da seguinte forma: 1º - Através de autorização judicial, aonde a venda deve ser feita concomitantemente a compra de outro imóvel; 2º- Aguarda esse filho menor completar 16 anos e mancipá-lo (Aquisição da capacidade civil antes da idade legal).
Escrito por O Corretor às 23h44
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça...
Estes sobradinhos ficam no Jardim Lallo, região de Interlagos. A previsão de entrega é para Agosto/09. As unidade da frente possuem 3 dormitórios (1 st) e nos fundos c/ 2 dormitórios, ambos com 2 vagas para automóvel. O Condomínio possui Salão de Festas e Churrasqueira e Jardim com bancos para descanso. 
Escrito por O Corretor às 13h24
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
O Retorno do Novais
Faz tempos que não apareço por, prometo retomar a idéia de postar artigos com assuntos pertinentes a nossa profissão, corretagem de imóveis.
Escrito por O Corretor às 23h56
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]
|
|
 |
|
Meu perfil
BRASIL, Sudeste, Homem, de 36 a 45 anos, Portuguese, English, Cinema e vídeo, Livros, Música
|
|